Skip to main content
Em cinco minutos você sai de uma conta Ephra vazia para uma chamada autenticada respondendo 200. São três passos: criar a chave no painel, trocá-la por um token e usar o token.

O que você vai precisar

  • Uma conta de vendedor na Ephra, com acesso ao painel em app.ephra.io.
  • curl e jq no terminal (qualquer cliente HTTP serve — os exemplos usam curl).
A URL base de produção é https://api.ephra.io. Não existe ambiente de sandbox público: as chamadas atingem a sua empresa de verdade. Comece por rotas de leitura (GET).

Passo 1 — Crie a chave de API

1

Abra o painel

Entre em app.ephra.io e vá em Dashboard › Chaves de API (/dashboard/api-keys).
2

Gere a chave

Clique em Nova chave, dê um nome que identifique o sistema que vai usá-la (por exemplo, ERP da loja) e confirme.
3

Guarde o par de credenciais

A tela mostra dois valores: o público (api_token) e o secreto (api_secret).
O valor secreto aparece uma única vez. Copie-o para um cofre de segredos antes de fechar a tela. Se perder, revogue a chave e gere outra.
Exporte os dois no seu terminal para os próximos passos:
Você pode conferir as chaves ativas da empresa pela própria API, em GET /v1/api-keys. A resposta traz o publicKey, se a chave está active e quando foi criada — o segredo nunca volta.

Passo 2 — Troque a chave por um token

A chave de API não autentica as rotas /v1/* diretamente. Ela serve para uma coisa só: pedir um token em POST /auth, usando HTTP Basic — o valor público como usuário, o secreto como senha.
Guarde o token numa variável:
O token dura 60 segundos em produção. O campo expiresIn vem em milissegundos: 60000. Não guarde o token em cache por horas nem o distribua entre processos — peça um novo sempre que for iniciar uma sequência de chamadas, e refaça o POST /auth quando receber 401.
O motivo de o token ser tão curto é o mesmo de qualquer credencial de portador: quem tiver o token tem a empresa. Um minuto de janela transforma um vazamento em quase nada. A chave de API, essa sim, é de longo prazo — e por isso nunca sai do seu servidor.

Passo 3 — Faça a primeira chamada

Com o token na mão, qualquer rota /v1/* aceita o header Authorization: Bearer. Comece pelo saldo, que é leitura pura:
Os três campos são inteiros em centavos: available é o que dá para sacar agora, receivable o que ainda vai liberar e reserved o que está retido. 83470 é R$ 834,70. Dinheiro nunca aparece como ponto flutuante nesta API. Agora liste os seus produtos:
É esse o formato de toda lista da API do vendedor: success, data e pagination. Veja Paginação, filtros e erros.

Quando o 401 aparecer

Passou dos 60 segundos, ou a sessão daquele login foi encerrada. Refaça o POST /auth e repita a chamada. Vale escrever isso uma vez no seu cliente HTTP: em 401, reautentique e tente de novo, no máximo uma vez.
São duas respostas 401 diferentes, e elas dizem coisas diferentes:
O valor público existe, mas o secreto não confere — quase sempre é um segredo truncado na cópia.
O valor público não existe, ou a chave foi revogada no painel. Gere outra em Dashboard › Chaves de API; revogar não é reversível.
POST /auth não tem corpo. As credenciais vão no header Authorization: Basic, que o -u do curl monta para você. Mandar um JSON com a chave dentro não autentica nada.

Para onde ir agora

Paginação, filtros e erros

O envelope de lista, os parâmetros page/pageSize e o formato de erro que toda rota compartilha.

Catálogo

Crie um produto, uma oferta e um cupom pela API.

Servidor MCP

Dê a API inteira para um agente de IA operar em linguagem natural.

Cobranças

Gere um PIX ou uma cobrança no cartão.